No único lugar de sempre,esperando, doendo, cheio de si nos dois sentidos. Mas é arrogância de novo.
Querendo odiar, querendo entender. Querendo doer mais que todo mundo, querendo não ser. Mas não é ódio e nem nada.
É tristeza. Muita. E uma vontade enorme de sair daqui. Uma vontade minúscula perto do tamanho da minha tristeza. Eu que sempre vou embora de todos os lugares, acabo sempre chegando a conclusão que a tristeza é o único lugar do qual jamais se vai embora.

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