quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Felicidade, por onde andarás?

Sabe, falar sobre felicidade parece-me um tanto quanto clichê. Mas o que fazer se o seu corpo emana essa tal que tantos perseguem? Como não se deixar dominar por uma vontade que domina os seus pensamentos e tuas mãos não parecem atender os comandos de teu cérebro? E por que não falar de felicidade? O que parece clichê para tantos é o "El dourado" de outros.
Não quero tomar tempo falando do que é felicidade, das "poções mágicas" necessárias para encontrá-la, de como é difícil mantê-la. De tudo isso todos já sabemos, mas quero deter-me numa felicidade específica.
Aquela que sentimos ao ver um sorriso, ao sentir um cheiro, ouvir uma voz. Felicidade que nos faz levantar todos os dias e viver.
Felicidade contida no amor.
Verdade que somos movidos por tantas coisas. Nossos sentidos nos levam a tantas sensações, mas até hoje ninguém nunca conseguiu explicar porque tudo se perde quando falamos em amor. Incrível como todas as explicações científicas ficam sem sentido algum, como nada que já tenham criado consiga explicar como tudo muda quando nos sentimos amados e amamos.
Mas porque isso tudo, você se perguntará. O que tudo isso tem a ver com o título do post? Quero dizer que a felicidade anda sempre ao nosso lado esperando uma oportunidade para se instalar na nossa vida e fazer morada em nosso ser.
Quero dizer que junto com essa felicidade, o amor também anda ao nosso lado. Travestindo-se de sorrisos, de canções, de simplicidade.
Queria com essas palavras despertar algo nos poucos, porém amados, seguidores desse cantinho... SINTAM.
Sintam a vida, as pessoas, o mundo. Poderão ver que há muito mais lá fora do que podemos imaginar. Nos fazemos o mundo. E como diria o célebre Saint-Èxupèry, somos solitários porque construímos muros ao invés de pontes.

Que vocês possam ver e sentir esta felicidade que vos falo.

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